A Polícia Civil de Santa Catarina iniciou uma investigação em Itapiranga, no Extremo-Oeste, para apurar a conduta de uma mulher que se passava por juíza federal. Segundo as autoridades, a suspeita utilizava a falsa identidade para obter vantagens e influenciar pessoas na região, chegando a utilizar vestimentas e discursos que remetiam ao cargo de magistrada. A farsa começou a ser desmontada após denúncias levantarem suspeitas sobre a veracidade das informações apresentadas pela investigada em eventos e reuniões sociais.
Durante as diligências, a polícia busca identificar se houve prejuízo financeiro a terceiros ou se a mulher utilizou o falso prestígio para intervir em processos públicos. Documentos e dispositivos eletrônicos foram analisados para entender a dimensão da prática criminosa e se houve a falsificação de documentos oficiais da União. Até o momento, a investigação segue em sigilo para identificar possíveis vítimas e esclarecer a motivação por trás da usurpação de função pública, crime que pode resultar em pena de detenção e multa.
