Esquema era coordenado dentro de presídios e criminosos chegavam a cobrar até R$ 15 mil para não expor supostos casos de infidelidade de frequentadores de motéis; operação da PCRS prendeu preventivamente três pessoas
No total, oito pessoas já foram detidas suspeitas de envolvimento no esquema.
A investigação detalhou a mecânica do “Golpe do Motel”: Obtenção de Imagens: O grupo fotografava e filmava veículos, principalmente de alto padrão, na entrada e saída dos motéis. Engenharia Social: Utilizavam técnicas de engenharia social e aplicativos para obter dados pessoais das vítimas, como nome completo, telefone e informações sobre familiares.
A polícia identificou que o esquema era coordenado por um núcleo de criminosos presos em diferentes unidades prisionais de Charqueadas: Coordenador Técnico: Um detento de 32 anos, preso desde 2016 com histórico de extorsão, homicídio e roubo, era o responsável por realizar as consultas de dados dos veículos e dos proprietários de dentro da prisão. Núcleo Operacional: Em outra unidade prisional de Charqueadas, três detentos atuavam em conjunto na execução
