Uma mulher de Piratuba, investigada por tráfico de drogas, vai cumprir prisão domiciliar por determinação do Superior Tribunal de Justiça. Ela estava presa preventivamente desde 10 de julho de 2025 no Presídio Feminino de Chapecó e deverá usar tornozeleira eletrônica.
A suspeita foi detida após mandado de busca e apreensão, quando os policiais encontraram cerca de 120 gramas de cocaína, quatro comprimidos de ecstasy, R$ 1,1 mil em dinheiro e outros objetos. Conforme as investigações, ela teria assumido o comércio de drogas no lugar do companheiro, que também cumpre pena pelo mesmo crime.
A defesa chegou a pedir a revogação da prisão no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, mas o pedido foi negado. Posteriormente, um novo recurso foi encaminhado ao STJ, e o ministro Messod Azulay Neto concedeu a prisão domiciliar. A juíza da comarca de Capinzal, Jéssica Évelyn Campos Figueredo Neves, expediu a ordem para cumprimento da decisão nesta terça-feira, 19, incluindo a utilização da tornozeleira eletrônica como medida de monitoramento.
