Em pronunciamento oficial, o Papa Leão XIV declarou que as orações de líderes que promovem e sustentam guerras são rejeitadas por Deus, enfatizando que não há legitimidade espiritual para quem busca a divindade enquanto semeia a destruição. O Pontífice destacou que a paz não é apenas a ausência de conflitos, mas uma construção ativa baseada na justiça e na fraternidade, condenando o uso da religião para justificar atos de violência armada.
O líder da Igreja Católica direcionou sua mensagem diretamente aos chefes de Estado, alertando que a “linguagem das armas” é incompatível com os ensinamentos cristãos de amor ao próximo. Segundo o Papa, aqueles que detêm o poder têm a responsabilidade moral de buscar soluções diplomáticas, e a insistência em caminhos bélicos fecha as portas para a verdadeira comunhão espiritual.
A fala repercutiu globalmente como um apelo urgente pelo fim dos conflitos atuais, reforçando a posição do Vaticano como mediador em crises internacionais. Leão XIV reafirmou que a Igreja continuará a apoiar todas as iniciativas que priorizem a vida humana e o diálogo, reiterando que a oração deve ser um instrumento de reconciliação, e não uma máscara para interesses políticos ou militares.
Fonte: Agência Brasil
